SONHO
 

 







O Sonho de Nossa Raízes
Uma oportunidade para redescobrirmos nossa História, nossa Cultura, nossas Raízes e muito mais ...
Poema Líriro - "Paraguaguassú"
Por Junius de Villeneuve, música dele e de O'Kelly,em homenagem a D. Pedro II, representado no Teatro Lírico de Paris em 1855.
Primeiro casal cristão desta terra
O 1o CONGRESSO DE HISTÓRIA DA BAHIA TRIBUTA A GRATIDÃO NACIONAL A DIOGO E CATARINA ÁLVARES CARAMURU ....
Jornal do Comércio e Ass. Comercial
O francês Junius de Villeneuve (1804-1863) pai de Júlio Constancio Villeneuve - Conde de Villeneuve, foram proprietários do Jornal do Comércio RJ.
CARAMURÚ - Poema Épico
do Descobrimento da Bahia, de Santa Rita Durão, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, 1781.
Casamento na Capela da Torre
est née á Bahia (Brésil) en 1810 épouse à 12 ans Antoine Sait Valéry Seheult le 9 Jun 1823 dans la chapelle de la Torre d'Ávila.
Primeiro Representante Comercial
Enquanto o português passava ao largo, o francês, que navegava nestas águas, mantinha um comércio regular que os reis prestigiavam.
Famílias e Instituições Integrantes e Vinculadas
Genealogia e Heráldica (EM ORDEM ALFABÉTICA)
Origens unem Brasil, Portugal e França
Le geste symbolique de planter une croix fut d'abord utilisé par les explorateurs portugais.
Livro de Arte Brasões de Armas - 1a. Ediçao Digital. Editora Europa. SP. 2012
BRASÕES DE ARMAS - Armorial Histórico da Casa da Torre de Garcia d'Ávila,



O SONHO DE NOSSAS RAÍZES Topo

Está sendo organizado um Programa, que oferecerá uma oportunidade especial ao resgate da GRANDE FAMÍLIA BRASILEIRA, constituída pelos descendentes de Diogo Álvares Caramuru - o "Adão de massapê" - primeira família brasileira documentada; .entrelaçados na sucessão de Jerônimo de Albuquerque - o "Adão Pernambucano" - primeira sociedade brasileira; e de Garcia DÁvila - o fundador da Casa da Torre, reunindo Integrantes e Vinculados, por casamento, participando de uma grande Family Tree (Árvore Genealógica) que congregará, virtualmente, seus descendentes, além das famílias e instituições vinculadas, que se extenderam por todo o Brasil, com seus vínculos internacionais.

Será a oportunidade para redescobrirmos nossa História, nossa Cultura, nossas Raízes e muito mais, integrando elementos internacionais com outros nativos, desta Terra de Santa Cruz, onde nossas Raízes foram plantadas e floresceram.

Principais países (em ordem alfabética), que têm vínculos históricos, culturais e sócio-econômicos com Diogo e Catarina Álvares Caramuru, Jerônimo de Albuquerque e Garcia d'Ávila.

 


 

Placa de mármore na fachada, próximo à entrada principal da Igreja de Nossa Senhora da Graça


"O 1o CONGRESSO DE HISTÓRIA DA BAHIA
TRIBUTA A GRATIDÃO NACIONAL
A DIOGO E CATARINA ÁLVARES CARAMURU
PRIMEIRO CASAL CRISTÃO DESTA TERRA
ONDE O MILAGRE DO SEU AMOR FLORESCEU
NA CIVILIZAÇÃO - QUE ASSIM COMEÇOU -
E NA CIDADE QUE O IMORTALIZA
1549 - MARÇO - 1949"

 


Caramurú
de Frei José de Santa Rita Durão Topo

Caramurú - Poema Épico do Descobrimento da Bahia
de Santa Rita Durão, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, 1781.

Cultura, São Paulo, 1945.

 
Reflexões prévias e argumentos

Os sucessos do Brasil não mereciam menos um Poema que os da Índia. Incitou-me a escrever este o amor da Pátria. Sei que a minha profissão exigiria de mim outros estudos; mas estes não são indignos de um religioso, porque o não foram de bispos, e bispos santos; e, o que mais é, de Santos Padres, como S. Gregório Nazianzeno, S. Paulino, e outros; maiormente, sendo este poema ordenado a pôr diante dos olhos aos libertinos o que a natureza inspirou a homens que viviam tão remotos das que eles chamam preocupações de espírito débeis. Oportunamente o insinuamos em algumas notas; usamos sem escrúpulo de nomes tão bárbaros; os Alemães, Ingleses, e semelhantes, não parecem menos duros aos nossos ouvidos, e os nossos aos seus. Não faço mais apologias da obra,  porque espero as repreensões, para, se for possível, emendar os defeitos, que me envergonho menos de cometer que de desculpar.

A ação do poema é o descobrimento da Bahia, feito quase no meio do século XVI por Diogo ÁIvares, nobre Vianês, compreendendo em vários episódios a história do Brasil, os ritos, tradições, milícias dos seus indígenas, como também a natural, e política das colônias.

Diogo Álvares passava ao novo descobrimento da capitania de São Vicente, quando naufragou nos baixos de Boipebá, vizinhos à Bahia. Salvaram-se com ele seis dos seus companheiros, e foram devorados pelos gentios antropófagos, e ele esperado, por vir enfermo, para melhor nutrido servir-lhes de mais gostoso pasto. Encalhada a nau, deixaram-no tirar dela pólvora, bala, armas, e outras espécies, de que ignoravam o uso. Com uma espingarda matou ele caçando certa ave, de que espantados, os bárbaros o aclamaram Filho do trovão, e Caramuru, isto é, Dragão do mar. Combatendo com os gentios do sertão, venceu-os, e fez-se dar obediência daquelas nações bárbaras. Ofereceram-lhe os principais do Brasil as suas filhas por mulheres; mas de todas escolheu Paraguassu, que depois conduziu consigo à França, ocasião em que outras cinco Brasilianas, seguiram a nau francesa a nado, por acompanhá-lo, até que uma se afogou, e, intimidadas, as outras se retiraram.

Salvou um navio de Espanhóis, que naufragaram, com o que mereceu que Iho agradecesse o Imperador Carlos V com uma honrosa carta. Passou à França em nau que ali abordou daquele reino, e foi ouvido com admiração de Henrique II, que o convidava para em seu nome fazer aquela conquista. Repugnou ele, dando aviso ao Senhor D. João III por meio de Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo da Bahia. Cometeu o Monarca a empresa a Francisco Pereira Coutinho, fazendo-o donatário daquela Capitania. Mas êste, não podendo amansar os Tupinambás, que habitavam o Recôncavo, retirou-se à Capitania dos ilhéus; e, pacificando depois com os Tupinanbás, tornava à Bahia, quando ali infaustamente pereceu em um naufrágio. Entanto Diogo Álvares assistiu em Paris ao batismo de Paraguassu sua esposa, nomeada nele Catarina, por Catarina de Médicis, Rainha Cristianíssima, que Ihe foi madrinha, e tornou com ela para a Bahia, onde foi reconhecida dos Tupinanbás como herdeira do seu Principal, e Diogo recebido com o antigo respeito. Teve Catarina Álvares uma visão famosa, em que a Virgem Santíssima, manifestando-se lhe cheia de glória, Ihe disse que fizesse restituir uma imagem sua roubada por um Selvagem. Achou-se esta nas mãos de um Bárbaro; e Catarina Álvares com exclamações de júbilo se lançou a abraçá-la, clamando ser aquela a imagem mesma que lhe aparecera: foi colocada com o título de Virgem Santíssima da Graça em uma igreja, que é hoje Mosteiro de S. Bento, celebre por esta tradição. Chegou entanto de Portugal Tomé de Sousa com algumas naus, famílias e tropas para povoar a Bahia. Sebastião da Rocha Pita, Autor da Historia Brasílica, e natural da mesma cidade, assevera que Catarina Álvares renunciara no Senhor D. João III os direitos que tinha sobre os Tupinambás, como herdeira dos seus maiores Principais; ele mesmo atesta que aquele Monarca mandara aos seus Governadores que honrassem e atendessem Diogo Álvares Correia, Caramuru pelos referidos serviços; e foi com efeito ele o tronco da nobilíssima Casa da Torre na Bahia; e Catarina Álvares sua mulher foi honrada por aquela metrópole com um seu retrato sobre a porta da casa da pólvora, ao lado das armas reais.

Leia-se Vasconcelos na História do Brasil, Francisco de Brito Freire, e Sebastião da Rocha Pita.

 

CARAMURÚ - Poema Épico do descobrimento da Bahia, 1781
de Santa Rita Durão, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho.
Cultura, São Paulo, 1945.

TEXTO COMPLETO:

| Canto I    | Canto II   | Canto III   | Canto IV | Canto V |
| Canto VI | Canto VII | Canto VIII | Canto IX | Canto X |

 


 


FRANÇA - BRASIL Topo

Primeiro representante comercial

Diogo Álvares Caramuru

Um português, "homem nobre da Vila de Viana do Minho ..." (c.1475), viveu em Viana da Foz do Lima, hoje Viana do Castelo, de onde partiu para o Novo Mundo, naufragando em 1509, na costa da Bahia, hoje bairro do Rio Vermelho, quando muitos de seus companheiros foram mortos pelos índios Tupinambás. Conseguindo sobreviver, iniciou a primeira fixação comprovada do colonizador europeu, onde hoje é o alto da Graça, na Cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos. Sua povoação, denominou-a Vila Velha, onde se estabeleceram, além de Caramuru e sua família, outros de além-mar, alguns dos quais se casaram com filhos do próprio Caramuru.

Fidalgo da Casa Real de D. João III, em virtude de vários serviços prestados em benefício da Colônia, viveu durante suas quatro primeiras décadas na Terra Brasilis, numa época em que Portugal, comerciando com a Índia, manteve, durante os primeiros tempos, pouco interesse no Novo Mundo.
Enquanto o português passava ao largo, o francês, que navegava nestas águas, mantinha um comércio regular que os próprios reis prestigiavam.
É fácil de compreender, porque Diogo Álvares se tornou, se não um agente ou intermediário do comércio com a França, pelo menos um colaborador útil.


Katherine du Brésil
Catarina
Álvares Caramuru

Índia deste Brasil - Paraguaçu -, filha de um principal Tupinambá, recebeu seu batismo em Saint-Malo na Bretanha (França), no penúltimo dia do mês de julho de 1528, tomando o nome cristão de Katherine du Brésil (Catarina do Brasil) e se tornou esposa de Caramuru.


Saint-Malo, França - Batismo em 1528

(30 juillet 1528)
"Le pénultième jour du moys surdit fut baptisée Katherine du Brésil, et fut compère noble homme Guyon Jamyn, recteur de Saint-Jagu, et commère Catherine de Granches et Françoise Le Gobien, fille de l'aloué de Saint-Malo, et fut baptisée par maitre Lancelot Ruffier, vicaire curé dudit lieu, le dit jour que dessus. - P. Trublet". (Doc. Nº 1 - Bapteme de Katherine du Brésil (30 Juillet 1528)

Cetidão de Batismo

 


As Origens do Brasil unem Portugal e França Topo

Jacques Cartier, chargé de mission par le roi François Ier en 1534, sera de cette race-là quand il explorera le Saint-Laurent. Dès avant lui, à partir de 1514 voire avant, de simples marins français, voire des pêcheurs, saisissent toutes les occasions d'intercepter les expéditions espagnoles ou portugaises, et les remplacent sur les côtes de Terre-Neuve où ils vont chasser la baleine et pêcher la morue. Jacques Cartier lui-même a dû faire partie de ces voyages ou d'autres vers les Amériques en tant que simple marin ou moussaillon puisqu'il connaît le Brésil (il était d'ailleurs interprète en langue portugaise), ainsi qu'il le laissera entendre dans son rapport au retour de sa première expédition au Canada. La France participera sous de multiples formes à cette conquête du nouveau monde, et installera également quelques colonies outre-mer. Nous aurons bientôt l'occasion de les retrouver...

Jacques Cartier,

 Jacques Cartier est né en automne de l’année 1491 dans la petite rue Buhen à Saint- Malo. Sa mère s’appelait Josselyne et son père Jamet. À l’âge de 17 ans il embarqua sur un navire, qui était sous commandement Portugais. Son premier voyage où il fût lui même capitaine général s’effectua le 20 avril 1534.

Le geste symbolique de planter une croix fut d'abord utilisé par les explorateurs portugais, puis finalement par tous les découvreurs comme signe de prise de possession d'un territoire. Par ce même geste, Cartier marque la naissance du Canada. Sous le signe de la croix naît le nouveau pays et c'est pourquoi au cours de l'histoire, tant d'attention a été apportée à commémorer cet événement historique.


Poema Lírico - "PARAGUASSÚ" Topo

( 150 Anos depois - Paris, 1855 )

Júlio Constancio Villeneuve - Conde de Villeneuve, nascido em Santa Teresa, Rio de Janeiro, (1834-1910), vinculou-se à Casa da Torre de Garcia d'Ávila, por casamento com Anna Cavalcanti de Albuquerque (MAI.1857). Era filho do francês Junius de Villeneuve (1804-1863), e foram proprietários do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, por mais de 40 anos.

Junius Villeneuve - Em homenagem à Catarina Álvares Caramuru - considerada a Mãe das Mães Brasileiras -, Junius de Villeneuve escreveu o poema lírico - "PARAGUASSÚ" - em 3 partes, música dele e de O'Kelly, sendo o assunto tirado do poema épico "Caramurú", do Frei José de Santa Rita Durão. Escrito o poema lírico em homenagem a D. Pedro II, veio a ser representado no Teatro Lírico de Paris, no dia 2 de agosto de 1855 e em Mônaco no ano de 1888, com aplausos gerais.

A edição do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro comemorativa do centenário de sua fundação publica extensa matéria, transcrevendo, inclusive, uma tradução para o português, da edição do libreto da "Paraguassú", do nono concerto clássico do Círculo dos Estrangeiros, de Mônaco. Destacamos, da reportagem:

"... Mais de trezentas pessoas deixaram de entrar na vasta sala de concertos do Clube dos Estrangeiros de Mônaco, por falta de lugar. Jornais de Mônaco elogiaram o "Canto da tarde" e a Lenda do beija-flor" deliciosamente interpretada pela cantora Castagné, o romance e o dueto, que valeram ao cantor Degeune, um bem merecido triunfo.

O hino final produziu uma grande impressão no auditório, na passagem seguinte:

Gloire a toi, Pedro II, rejeton de Bragance
Digne fils du Héros
Qui nous donna l'Índependance,
Tu verras ton Empire immense
Prospérer e grandir sur la terre et les flots
.

Esta estrofe, que parece um cumprimento, lardeado na partitura, feita ao nosso estimado monaca, existe no poema original, no ponto em que Paraguassú, sonhando, vê aparecer o Grande-Sumé, que lhe revela os futuros destinos do Império do Brasil.

É uma feliz idéia, que prepara um majestoso final ao poema lírico, e é ao mesmo tempo uma homenagem bem cabida ao Imperador do Brasil a quem o poema foi dedicado. Já pelo valor do trecho musical, já pela magnífica interpretação da cantora Castagné e do artista Degrave, já pelo brio e vigor que o maestro Arthur Steck soube imprimir aos coros e à orquestra, já, enfim, pela presença do Imperador do Brasil naquele concerto, o final de Paraguassú causou um verdadeiro delírio... ." Topo


 

 



Os Villeneuve, no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro e na Associação Comercial Topo


Assis Chateaubriand afirma:
"- Foi sob os Villeneuve, o primeiro, Junius, e o segundo Jules, que o Jornal do Commercio atingiu o grande, o colossal prestígio que contrastava com o de qualquer outro poder no Império. Tato, finura, circunspecção, independência moral e material, sendo do momento histórico, os Villeneuve possuíam todas as qualidades para dar ao Jornal do Commercio o papel extraordinário que ele teve na formação política e constitucional da nacionalidade."

Em 1834 Junius Villeneuve integrou o grupo de homens de negócio que estabeleceria a Associação dos Assinantes da Praça do Comércio, mais tarde a Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Em 1840 Junius Villeneuve naturalizou-se brasileiro e em 1844 retirou-se para a França, deixando o Jornal do Commercio aos cuidados de Francisco Antônio Picot (1811/1902).

Picot, nascido na Áustria de família francesa, veio para o Brasil e aqui se naturalizou, tornando-se sócio de Villeneuve e mais tarde seu genro.


 

 


Casamento na Capela da Torre Topo

Constance Carolina Pires de
Carvalho e Albuquerque

Constance Carolina Pires de Carvalho e Albuquerque, est née á Bahia (Brésil) en 1810 (fille de planteurs / famille portugaise). Elle épouse à 12 ans Antoine Sait Valéry Seheult le 9 Jun 1823 dans la chapelle de la Torre d'Ávila, paroisse de L'Assu, province de Bahia, Empire du Brésil.

Do Arquivo da Santa Casa de Misericórdia - Salvador, Bahia: (Livro de Registro de Casamentos - Assú da Torre 1814 a 1840, pg 63), retiramos: "Aos Nove de Junho de 1823 na Capela de Nossa Senhora da Torre foram recebidos solenemente pelo Vigário Franco Pires da Franca Corte Rial por licença do Vigário Padre José Coelho Barbosa, Antonio de S. Valério Seheult, francês e D. Constança Carolina Pires moradora na freguesia de Assú, foram testemunhas o Exmo Sr Barão da Torre de Garcia d'Ávila e ... Alfs Pedro Luis Rosa, assentamento que assinei. O vigário José Guedes de Moraes Lima."

Antoine Saint Valéry Seheult nascido em 1788 em Nantes - França, foi da Guarda Imperial, antes de vir para o Brasil e retornou à França, com sua esposa Constancia, em 1834. Constance Carolina Pires de Carvalho e Albuquerque, est née á Bahia (Brésil) en 1810 (fille de planteurs / famille portugaise). Elle épouse à 12 ans Antoine Sait Valéry Seheult le 9 Jun 1823 dans la chapelle de la Torre d'Ávila, paroisse de L'Assu, province de Bahia, Empire du Brésil.

FOTO: Pai de Antoine - Trisavô de Jaques Croué, que é morador de La Garene Colombes - France. (Fotos do acervo particular de Jaques Croué)

(Pesquisa realizada em 1995 por Christovão de Avila, nos arquivos da Santa Casa de Misericórdia em Salvador-Bahia, atendendo solicitação feita por Jaques Croué, ao Colégio Brasileiro de Genealogia - Rio de Janeiro).


Famílias e Instituições
Topo
Integrantes e Vínculos com a
Casa da Torre de Garcia d'Ávila

Genealogia e Heráldica
(EM ORDEM ALFABÉTICA)

Abbot
Abreu
Accioly
Adorno
Água Mineral Dias D'Ávila – Amindavila
Albuquerque
AlencarAntonio de Albuquerque Coelho
Aragão
Araujo Góis
Arcoverde
Argolo
Arquidiocese de São Salvador da Bahia – Primaz do Brasil
Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
Associação de Moradores da Graça – AMOGRAÇA
Ávila
Barão de Cascalho
Barão de Jaguaripe
Barão de Mataripe (1o) - Moniz Luzignan
Barão de Pajeú
Barão de Pirajá (2o)
Barão de Rheonebourg
Barão de São Francisco
Barão de Vila Viçosa
Barão do Rio Branco
Barão do Rio das Contas (2o)
Baronesa de Alenquer
Barros de Carvalho
Barroso
Batistti Cavalcanti
Bel. José Barbosa de Oliveira
Bernardino José Cavalcanti e Albuquerque de Aragão
Berenguer
Bethancourt
Brennand
Bulcão
Bulhões
Calmon du Pin
Cap-Mór Cel Lourenço Correia da Silva
Cardeal Arcoverde
Cartier
Cavalcanti
Carvalho
Castelo Branco
Chistvão Colombo
Cidade de Ávila
Cidade de Saint Malo
Cidade de Viana do Castelo (Portugal)
Cidade do Salvador
Cidade de St. Augustine (Fllorida, USA)
Condes de Nasdady
Conde de Pedroso de Albuquerque
Conde de Pernambuco
Conde de Sergimirim
Conde de Villeneuve
Conde de Wilson [2o]
Conte di Bagnoli
Correa de Sá
Costa e Silva
D. Adelmo Cavalcanti Machado - 4o Bispo de Maceió
D. André Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti
D. Beda Pereira de Holanda
D. Frei Silvério de Albuquerque – Bispo Emérito de Feira de Santana
D. J. Batista Mota e Albuquerque
D. J. José Mota e Albuquerque
D. Jerônimo Tomé da Silva
D. João Batista da Mota e Albuquerque – 1o Arcebispo de Vitória D. João de Cavalcanti
D. João Gonçalves de Ojos Fernandes
D. Miguel Pereira - 6o Bispo do Brasil
D. Pedro Leitão - 2o Bispo do Brasil
D. Sebastião Leme Silveira Cintra
Dantas
De La Penha Deus-Dará
Delfini
Des Granches
Dias de Beja
Diocese de Alagoinhas
Dom Afonso III - Quinto Rei de Portugal da 1a. Din.
Dom Afonso Henriques - Primeiro Rei de Portugal da 1a. Din.
Dom Afonso X de Castela
Dom Henrique de Borgonha - Conde de Portugal
Dom Dinis - Sexto Rei de Portugal da 1a. Din.
Domingos Costa d'Almeyda
Duque de Caxias – Patrono do Exército
Dornelles
Dumont - de France
Ecclesiae Christus Maximus Rector - Papa Adriano Quinto
Ermida de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Ermida de Nossa Senhora da GraçaFalkemberg
Felipe Cavalcanti
Floriano
Família Feitosa
Família Lorenzato
Francisco Sanches Brandão
Fróis
Frota
Gallotti
Garcez
Garcia d'Ávila Pereira
Ginásio Estadual Ministro Pires de Albuquerque
Gordilho - 2o Barão de Itapoã
Gramacho
Guyon-Jamyn
Holanda
Henry II – Rei da Inglaterra
Le Gobien
Leonelli
Les Granches
Lins aus Dorndorf
Lourenço Correa da Silva
Machado
Magalhães
Manelli
Mariani
Marinho
Marquês de Castel-Rodrigo - Don Christóbal de Moura
Marquês de Gávea
Marquês de Montferrat - Conde du Barral
Marques de Pombal
Marquês de Viana
Marques de Villamarta-d'Ávila
Marquesa de Santos
Matias de Albuquerque
Mello
Moniz
Município de Mata de São João
Odebrecht
Orcioli
Ordem dos Carmelitas
Ordem Franciscana do Brasil
Padre Francisco de Araújo
Padre Frederico Witte Guerra
Paes Barreto
Pais
Pereira
Pedro Camelo de Aragão Pereira
Pires
Pires de Carvalho e Albuquerque
Pizzolante
Província Lusitana da Ordem de São Bento, no Brasil
Reino de Aragão
Reino de Galicia
Reis de Jerusalém
Resende
Rodrigues
Sexto Conde da Ponte - Saldanha da Gama
Teive
Van Bohyers
Vila de São Pedro de Rates – Portugal
Visconde da Torre de Garcia d'Ávila
Visconde de Beaurepaire Rohan
Visconde de Cavalcanti
Visconde de Mauá
Visconde de Pirajá
Visconde de Santa Victória
Visconde de Tourinho
Wanderley
Whitaker
Zózimo Barroso

Casa Imperial Brasileira


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Christovão de Avila
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