2008 Nov 03-08
Seminário Internacional
PRESENÇA BRITÂNICA NA BAHIA
 
 Simpósio Internacional - Presença Inglesa na Bahia
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O CEMITÉRIO DOS INGLÊSES DA BAHIA - Um projeto de pesquisa.
HISTÓRICO: Centenas de ingleses e pessoas não-católicas de outras nacionalidades foram sepultados no Cemitério dos Ingleses da Bahia, localizado na Cidade do Salvador, em área e posição privilegiadas. De certa maneira, este cemitério com vista da Baía de Todos os Santos, que literalmente foi um cartão postal da cidade, se tornou um monumento à presença inglesa na Bahia, que foi tão marcante no século XIX e continua até hoje, de uma forma menos evidente.
  
Cemitério dos Ingleses para baiano ver - A TardeCEMITÉRIO INGLÊS PARA BAIANO VER (06/09/2004)

Espaço onde estão sepultados britânicos, na Ladeira da Barra, será restaurado e aberto à visitação pública
MARY WEINSTEIN

Atravessar os portões do século XIX que separam o Cemitério dos Ingleses do mundo dos que passam pela Ladeira da Barra vai sair do plano da imaginação. Além da brisa que vem do mar e do clima que remete a grandes descobrimentos, há um ar de mistério, especialmente porque poucos entram ali e sabem como é atrás do muro que corre entre o Iate Clube e o Outeiro de Santo Antônio da Barra.

Fundação patrocinará a restauração


“A gente via o estado de abandono e ficava com o coração partido pela falta de conservação. Evidentemente, temos uma preocupação com a cidade. Já tinha acontecido o caso do Chez Bouillon (há cerca de dez anos, este restaurante cedeu espaço a um prédio na Ladeira da Barra) e havia o medo de aparecer um novo empreendimento imobiliário ali”, disse Maria Clara Mariani, filha do ex-ministro Clemente Mariani, que, quando está na Bahia, mora na mansão em frente ao próprio cemitério.

Há cerca de dois anos, Maria Clara atravessou a rua e foi ver de perto as tumbas quebradas, o limo grudado nas lápides, o brilho do granito ofuscado e o mato escondendo belas esculturas, algumas trazidas da Europa por parentes dos mortos. Como representante da Fundação Clemente Mariani, se integrou à iniciativa de garantir a sobrevivência do cemitério. Entusiasmado com a recuperação do valoroso sítio histórico, o cônsul honorário da Grã-Bretanha e presidente da Sociedade da Igreja de São Jorge e Cemitério Britânico, Nigel Lee, diz que a restauração chega em boa hora e que nunca tinha sido feita por falta de dinheiro. Maria Clara explica que, de acordo com o contrato firmado, o lugar passa a ser uma servidão com o compromisso de que não haja nenhum empreendimento imobiliário. “É bom criar uma consciência de que a cidade é para ser cuidada”, diz.

ATARDE ON LINE
< http://svn.br.inter.net/5star/CIB/A_Tarde_06.09.04.htm >