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Viana do Castelo
Portugal
 

2009 Nov 15




Fonte: http://www.jornalovianense.com/noticia.asp?idEdicao=117&id=4564&idSeccao=1160&Action=noticia


2009 Ago 15
VIANA DO CASTELO HOMENAGEADA NO BRASIL
Os 500 anos da chegada do heróico vianense Diogo Álvares, o Caramuru, foram abertos no Brasil e estão a ser comemorados, no Rio de Janeiro e na Bahia, por descendentes de Caramuru, na sucessão da Casa da Torre de Garcia D’Ávila, congregados pelo Centro Cultural e de Pesquisas do Castelo da Torre - CCPCTorre, que completa 20 anos de profícuas atividades, com uma extensa programação, que envolve palestras, exposições, missas solenes e homenagens.
Uma Exposicão temática “Caramuru 500 Anos - o Heróico Vianense - nas Origens do Brasil - em Tatuapara”, do Armorial Histórico da Casa da Torre, levada do Rio de Janeiro e instalada no Centro de Visitação do Castelo da Torre de Garcia D’Ávila, foi promovida pela Prefeitura de Mata de São João, Prefeito João Gualberto Vasconcelos e Vice-Presidente da Câmara Municipal, Vereador Alexandre de Lima Rossi, autor do projecto de geminação com São Pedro de Rates, freguesia do concelho de Póvoa de Varzim - Portugal, tendo a participação do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, do Instituto Genealógico da Bahia e da Associação de Moradores da Graça, coordenada pelo CCPCTorre.
Em Salvador, primeira capital do Brasil, organizada pela Associação de Moradores da Graça - Amograça, com a participação do CCPCTorre, uma Missa festiva homenageou os 500 anos da chegada de Caramuru ao Brasil e os 460 anos da fundação da cidade, celebrada na Igreja de Nossa Senhora da Graça, construída a primeira hermida, por Caramuru e Paraguaçu, em Vila Velha, primeiro núcleo europeu contínuo do Brasil, hoje Bairro da Graça, ali foi o local onde se realizou a primeira festa religiosa, aquando da chegada do primeiro governador-geral Tomé de Souza, com quem veio Garcia D’Ávila, em 1549, recebidos por Diogo e Catarina Álvares Caramuru.
A celebração, presidida por Dom Miguel Souza, prior do Mosteiro de São Bento, no dia 29 de Março, contou com a participação do Coral do Mosteiro e da Banda do Corpo de Bombeiros da Bahia, presentes ao acto, o Prefeito João Henrique de Barradas Carneiro, o Vice-Prefeito Edivaldo Brito, o Chefe do Gabinete Fernando Schmidt, representando o Governador Jaques Wagner, o Secretário Municipal António Brito, o Vereador Pedro Godinho, além de outras autoridades e descendentes de Caramuru.
O evento seguinte, no Rio de Janeiro, integrou o ano da França no Brasil, promovido pelo Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana, que tem a direcção e o comando do Coronel Edson Silva de Oliveira, localizado na divisa de duas das praias mais famosas do mundo - Ipanema e Copacabana, um local que assumiu a terceira posição entre os pontos turísticos da cidade, ao multiplicar o seu público por mais de 10 em cerca de três anos, contabilizando mais de 460 mil visitantes no ano de 2008.
Trata-se da Exposição: “Caramuru 500 Anos - Das Origens do Brasil à Independência - o Heróico Vianense e uma Princesa índia - Katherine du Brézil”, aberta no dia 7 de julho, com a participação do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, do Instituto Genealógico da Bahia, da Associação da Nobreza Histórica do Brasil, sob a coordenação do CCPCTorre, apresentando a História, através de uma mostra temática de Brasões de Armas, do Armorial Histórico da Casa da Torre de Garcia D’Ávila, considerado uma das mais importantes colecções armoriadas, não somente do Brasil, mas de todo o Novo Mundo.
Esta Exposicão, que encerrou no dia 2 de Agosto, homenageia Viana do Castelo - Portugal, berço de Diogo Álvares, o Caramuru; Saint Malo - França, onde foi batizada Katherine du Brézil e se casaram; São Pedro de Rates, concelho de Póvoa de Varzim - Portugal, berço de Garcia D’Ávila; Mata de São João - Brasil, berço da Casa da Torre; e Salvador -Bahia, berço do Brasil e sua primeira Capital.
A homenagem especial do Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana a Viana do Castelo, nesta Exposição, é uma foto em grande tamanho, do conjunto escultórico da autoria do Mestre José Rodrigues, implantada na Praça da República, captada pelo vianense Carlos Rocha, na noite de inauguração festiva, na virada do ano 2008-2009, retratando a homenagem que a Câmara Municipal de Viana do Castelo prestou a “Caramuru - O Vianense criador da Brasilidade”, segundo o Presidente Defensor Moura, para dar a conhecer a História de Viana do Castelo e os personagens que a fizeram grande.

Christovão de Avila
Presidente de um Centro Cultural de Rio de Janeiro.
descendente de Caramuru. www.casadatorre.org.br

Fonte: http://www.jornalovianense.com/noticia.asp?idedicao=114&idseccao=1103&id=4423&action=noticia


2009 Jul 17


Fonte:
IMAGEM em destaque, na Exposição: Conjunto escultórico da autoria do Mestre José Rodrigues, em Viana do Castelo:
FOTO: Carlos Rocha - Viana do Castelo 01.jan.2009:
IMAGENS.
Imagens fotografadas por Carlos Rocha em destaque no Brasil: IMAGENS.


2009 Fev 26
...Falcão do Minho
Edição 1030 de 26 de Fevereiro a
4 de Março de 2009

Cultura
Diogo Álvares Caramuru - III

Viana do Castelo, Quinta, 26 de Fevereiro de 2009
Há poucas semanas tive o prazer de facultar a três professores das Universidades de Yale e de Brown, na Costa Leste dos Estados Unidos e velhos colegas, uma revisita a Viana do Castelo que, volvida cerca de uma dezena de anos, acharam mais jovem e pujante de vida, com recantos que já só lhes moravam na lembrança e felizmente contrastavam com inegáveis e concertados melhoramentos.

Depois de percorrida a cidade no que ela apresenta de mais atracção sob o ponto de vista artístico e cultural, e de um almoço à altura de tão distintos forasteiros, passámos pela Praça da República onde de imediato centraram a atenção no conjunto escultórico ali inaugurado às 24 horas de 31 de Dezembro de 2008. As opiniões do trio, em que se incluía um escultor-arquitecto, foi de exaltação e louvor ao Mestre José Rodrigues, embora acrescentassem que na América o par teria sido apresentado em traços mais comedidos face a um público, como é óbvio, muito diversificado.

Quanto ao enquadramento em relação ao lugar, sublinharam as reacções costumadas em casos do género, isto é, de choque inesperado e descongraçante no seu todo. Mas citaram-me logo o acontecido em Paris com a Torre Eiffel em 1889 ou, já no séc. XX, aquando do desenquadramento do Palais Pompidou no Quartier des Halles, factos que a história regista e hoje o povo admira e acarinha

Um dos colegas, porém, não se coibiu de me pedir a minha opinião. Respondi acentuando a própria concordância no tocante às observações expendidas, ao mesmo tempo que, pondo de lado o plano artístico que deixava aos entendidos, e sem desdouro para os méritos de um artista consagrado como é o Mestre José Rodrigues a quem superiormente considero, achava a expressão escultórica especialmente feliz para nos dar a perceber a época inicial de Diogo Álvares no contacto com os indígenas, mas não a seguinte e longa, que eu chamo áurea, da sua superintendência no Recôncavo baiano como primeiro senhor daquelas tribos e daquelas terras, a ponto de todos lhe irem bater à porta, a começar por D. João III. E permito-me recordar, mais uma vez, o que anteriormente já frisei: a sua Casa da Torre, na Baía, com prolongamentos na Casa Imperial brasileira e em cortes europeias.

No respeitante à localização do monumento, ninguém discordou, antes aplaudiram haver sido a melhor solução para tão digna homenagem a quem, nestas terras, não teve segundo até hoje e dificilmente virá a ter.

Em conclusão: bem mereceu Diogo Álvares, e nisto obviamente todos concordaram, ser o herói de um poema épico do nível do de Santa Rita Durão, de entre tantos poemas heróicos que as literaturas portuguesa e brasileira registam, o único capaz de aproximar-se de “Os Lusíadas” e de poder ostentar o epíteto de “Os Lusíadas” do Brasil.

Amadeu Torres

Fonte: http://www.falcaodominho.pt/jornal/index.php


2009 Fev 19
...Falcão do Minho
Edição 1030 de 19 de Fevereiro a
25 de Fevereiro de 2009

Cultura
Diogo Álvares Caramuru - II

Viana do Castelo, Quinta, 19 de Fevereiro de 2009
No fecho de um ano jubilar vianês

Há pessoas de certa responsabilidade cultural que, não sei se aziumadas com tudo o que valoralmente é nosso e nos dignifica, torcem o nariz à naturalidade do Caramuru objectando não tratar-se de um vianense, mas de um galego. Ignorância crassa acerca de tantos “galegos” que os lisboetas assumidamente assim apelidavam décadas atrás e realmente não eram, nem mais nem menos, do que altominhotos retintos em busca de trabalho na capital.

Alcunha aliás vulgaríssima mesmo além-Atlantico, não causava qualquer mossa a F. A. de Varnhagen, a ponto de este notável historiador e académico brasileiro, em meados do séc. XIX, a conhecer e aceitar incontroversamente como caracterizadora das nossas gentes nortenhas interamnenses. Santa Rita Durão nunca a usou no seu Poema, cujo decassílabo 6.672 finaliza a acção, simples e peremptório: “Diogo Álvares Correia, de Viana”.

Constando de 10 cantos em oitava rima, é considerado “Os Lusíadas” do Brasil, dando-nos, nos termos do Prof. Ivan Teixeira, de São Paulo, “uma síntese de toda a história do país desde a sua descoberta até à criação do primeiro governo geral na Baía”, mediante o qual D. João III instituía expressamente um poder centralizador por cima das capitanias-donatarias: e propiciando-nos ainda, através dos sonhos proféticos de Paraguaçu, a antevisão das renhidas lutas, que brilhantes vitórias coroaram, contra franceses e holandeses invasores.

Apesar do avultado número de edições, mereceram-me cuidada reatenção os defeitos, maiores ou menores, de que nenhuma se isenta, para não referir aquelas que chegaram a culpar o próprio autor da obra por ignorarem a errata à edição princeps (1781) e só posta a claro por Varnhagen na sua edição de 1845. Como se Santa Rita Durão não tivesse sido um homem de vasta cultura, poeta de altos voos, membro activo de várias academias literário-iluminista durante os seus treze anos em Itália, e professor da Universidade de Coimbra.

Na verdade, estes dotes facilitaram-lhe a superior urdidura do Caramuru, cujo herói principal, do mesmo nome, é apresentado, com clássica dignidade, em suas múltiplas funções desde guerreiro destemido e incontestado chefe a protector sucessivamente prestigiado perante os nativos, a Corte portuguesa, os missionários pioneiros a quem de vários modos prestou auxílio; e, enfim, os primeiros capitães-donatários, entre os quais Pereira Coutinho em Porto Seguro e Jorge de Figueiredo em Ilhéus, este directamente nomeado na Carta régia para Diogo Álvares e noutra para o genro Paulo Dias, no sentido de prover ao necessário aquando da recepção ao governador-geral em 1549.

Tal prestígio e dignidade confirma-os a Igreja da Graça, o mais antigo santuário mariano das Américas, mandada construir por Diogo e Catarina Álvares Caramuru: na fachada, junto à porta principal e desde os 400 anos de Salvador (1549-1949), avulta uma inscrição de homenagem nacional do Brasil ao seu primeiro casal cristão, cujo amor transpôs fronteiras e raças, como foi sempre apanágio no luso encontro de culturas através de Continentes.

Ainda bem que Viana do Castelo acabou por saldar grande dívida para com um compatrício até há pouco quase esquecido ou erroneamente apreciado.

Continuo, de facto, a pensar estarmos em face da personalidade mais ilustre surgia no Alto Minho nestes 750 anos de história oficial de Viana e nos 500 anos da chegada daquele ao litoral do Brasil em 1509.

Por tudo isto e não obstante as opiniões divergentes, que respeito, quanto à localização do conjunto escultórico do Mestre José Rodrigues inaugurado muito simbólica e acertadamente às 24 horas de 31 de Dezembro passado, no fecho do extraordinário Ano Jubilar de 2008 e na entrada de 2009, jubilar também, acho que, com motivação sobeja, merece este casal ficar no centro cívico da nossa urbe renovada e, por obra e graça do Poema agora em edição crítico-anastática, cada vez mais reconhecida e admirada mundo além.

Amadeu Torres

Fonte: http://www.falcaodominho.pt/jornal/index.php


2009 Fev 12
...Falcão do Minho
Edição 1030 de 12 de Fevereiro a
18 de Fevereiro

Cultura
Diogo Álvares Caramuru - I

Viana do Castelo, Quinta, 12 de Fevereiro de 2009
No fecho de um ano jubilar vianês

Comentaram-me há dias velhos paradoxos da história, não difíceis de exemplificação: quanto mais relevantes os méritos de alguém, menor é a possibilidade de atempado reconhecimento. Camões aguardou dois séculos e meio pelo Morgado de Mateus e pelas comemorações nacionais que se lhe seguiram; a D. Diogo de Sousa, em Braga, ainda não se erigiu uma estátua; os vianenses não esqueceram alguns filhos seus notáveis, mas quem mais esperou foi aquele que, em minha opinião, deve ser considerado o mais ilustre compatriota de que nos é dado orgulhar-nos durante os 750 anos oficiais deste burgo da Foz do Lima: Diogo Álvares Correia, o Caramuru.

Nascido pela última década do séc. XV, bastante provavelmente adentro dos muros da vila que o último decassílabo do Poeta de Santa Rita Durão chama Viana, terá aportado como náufrago às praias da baía, atraído que fora pela aventura das novas terras, em 1509, embora haja quem proponha como alternativas, que eu acho menos seguras, as datas de 1508, 1510 e 1511.

Chegado ali com mais seis companheiros, viu logo um deles, agonizante, ser levado para o banquete dos nativos, antropófagos, enquanto a ele e aos restantes eram reservados uns dias de engorda e revitalização prévias.

Entretanto, mais ladino que os cinco, Diogo Álvares acaba por salvá-los ao alcançar para si total respeito e obediência dos indígenas após o estrondoso disparo do seu mosquete, o que o consagrou como “filho do trovão”, uma espécie de divindade próxima do deus ameríndio Tupá a que, chamaram Caramuru.

Tal ascendente alcandorou-o à superintendência como chefe supremo, conselheiro e defensor dos índios, com preponderância na populosa tribo dos tupinambás e no seu adestramento comercial com as frotas holandesas e sobretudo francesas que, por então ainda amistosamente, rondavam a costa à cata do pau-brasil e do algodão.

Apaixonado por Paraguaçu, a bela filha do chefe tribal, o bom relacionamento com a França faculta uma nau que leva os dois a Saint-Malo, vasto entreposto naval da Normandia, onde Paraguaçu, em 1528, é baptizada e casa com Diogo, tendo como padrinhos distintos membros da renomada família Cartier e recebendo Paraguaçu o nome de Catarina, que era o da madrinha, esposa de Jacques Cartier, descobridor do Canadá.

Regressado à Baía por 1530, é este casal já afamado quem recebe informativamente, em 1531, as expedições aramadas de Pero Lopes de Sousa e de seu irmão Martim Afonso; em 1938 o donatário Francisco Pereira Coutinho, senhor da capitania baiana; e em 1549, por recomendação epistolar de D. João III, a Tomé de Sousa, o primeiro governador-geral, a quem superiormente ajudou, convocando colonos e indígenas, nas construção da cidade de Salvador, a primeira capital das terras de Santa Cruz. Além disso, não faltou com a protecção a muitos portugueses que para ali emigraram, bem como aos primeiros missionários, seis jesuítas entre os quais o conhecido P. Manuel da Nóbrega.

Cavaleiro fidalgo da Casa Real e de agregado familiar já então alargado através de três filhas consorciadas com colonos de alta estirpe, Diogo e Catarina estão na raiz da célebre Casa da Torre da Baía, berço da aristocracia local e de famílias com prolongamentos em cortes europeias e até na Casa Imperial brasileira. Um galego, isto é, um altominhoto singularíssimo de que devemos, de facto, orgulhar-nos.

Amadeu Torres

Fonte: http://www.falcaodominho.pt/jornal/index.php


2009 Fev 15
Homenagem de Viana a Caramuru
Christovão Dias de Avila, historiador e pesquisador, membro de diversas Instituições históricas, genealógicas, tecnicas e culturais, fundador e Presidente de um Centro Cultural no Rio de Janeiro, constituido com descendentes de Diogo e Catarina Álvares Caramuru, recebemos a seguinte comunicação:
“Cordiais saudações. Ao longo dos últimos vinte anos, com imenso orgulho das origens baianas e das raízes vianenses, vimos desenvolvendo projetos, trabalhos e atividades, em prol do resgate e difusão cultural e da preservação do imenso e precioso património relacionado com a Casa da Torre de Garcia d´Avila e locais vinculados à sua história, desde as Origens do Brasil, em Diogo e Catarina Álvares Caramuru, estando em preparação uma Exposição Comemorativa, do Armoriai Histórico, que integra o brasão de Armas da Cidade de Viana do Castelo.
Diogo Álvares, naufragado em 1509, além da sucessão com a princesa índia Paraguaçu, teve numerosos filhos com outras índias, sendo o primitivo povoador da Bahia, que se insere nas origens do povo brasileiro, como celebrou Gregório de Mattos ‘deste Adão de Massapé’, e a ‘mais antiga figura feminina da história do Brasil’, como se refere Pedro Calmon a princesa índia Paraguaçu, considerada ‘símbolo de congraçamento racial’ e “Mãe das Mães Brasileiras”, que tiveram grande influência na miscigenação que caracteriza a nação brasileira.
Ao longo dos séculos, descendentes de Diogo e Catarina Álvares Caramuru, dentre outros ramos, vincularam-se à geração de Jerónimo de Albuquerque com a filha da aldeia de Olinda, Muira-Ubi - Maria do Espírito Santo Arco Verde - Primeira Sociedade Brasileira; à nobreza dos Pereiras e Marinhos; entrelaçaram-se com os descendentes de Domingos Pires de Carvalho casado com Maria da Silva; à geração de Felipe Cavalcanti casado com Catarina de Albuquerque; e com a descendência do casal José Pires de Carvalho - Tereza Vasconcellos Cavalcanti de Albuquerque Deus-Dará; e vincularam-se na sucessão de Garcia d´Avila com a índia Francisca Rodrigues, integrando a Casa da Torre de Garcia d´Avila, e dando origem a boa parte população do Nordeste Brasileiro, que se irradiou pelo Brasil, e a algumas das mais importantes famílias brasileiras, com prolongamentos até nas cortes europeias e, recentemente, na Casa Imperial Brasileira.
Estamos prosseguindo com a divulgação dos 500 Anos da chegada ao Brasil de Caramuru, 1509-2009, iniciada no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, em 2007, agora transmitindo as importantes informações, sobre as comemorações iniciadas festivamente, na virada do ano, em Portugal, promovidas pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, com a inauguração de um belo e majestoso conjunto escultórico da autoria do Mestre José Rodrigues, que, segundo o Presidente Defensor Moura, a intenção da Autarquia é dar a conhecer a História de Viana do Castelo e os personagens que a fizeram grande.
A exposição no Museu do Traje, “Caramuru - O Vianense criador da Brasilidade”, com três meses de duração, inaugurada no início de 2009, ano do Quinto Centenário da chegada de Caramuru 1509-2009, encerrará quando a primeira Capital do Brasil, a Cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos estiver comemorando 460 anos da sua fundação, marcando a chegada à Bahia do primeiro Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza, com quem chegou Garcia D´Avila, sendo recebidos por Diogo e Catarina Álvares."

Fonte: http://www.jornalovianense.com/noticia.asp?idEdicao=105&id=3913&idSeccao=960&Action=noticia


2009 Jan 15
Arquivo: Edição de 15-01-2009

Comemoração dos 750 anos foi ano de ouro para Viana do Castelo
Com a inauguração da escultura de Diogo Álvares Correia (Caramuru), da autoria do Mestre José Rodrigues e a publicação da edição crítica do professor catedrático Amadeu Torres intitulada “CARAMURU-Poema Épico do Descobrimento da Bahia”, encerrou-se na última noite do ano findo o conjunto de frutuosas realizações promovidas em 2008 pelo autarca Defensor Moura e outros autarcas municipais e de freguesia, associações, escritores, escultores e população vianense. Na Praça da República, fica para sempre a memória do “povoador vianense que criou a brasilidade”, ao lado da consorte, princesa índia Paraguaçu.

Fonte: :http://www.jornalovianense.com/noticia.asp?idEdicao=104&id=3841&idSeccao=943&Action=noticia


2009 Jan 08
...Falcão do Minho
Edição 1023 de 08 de Janeiro a
14 de Janeiro de 2009

Cultura
Viana do Castelo homenageou Caramuru

Viana do Castelo, Quinta, 08 de Janeiro de 2009
Largas centenas de vianenses associaram-se, nos últimos dias do ano, à Câmara Municipal de Viana do Castelo, para prestar uma homenagem a Caramuru, o mítico herói vianense ligado à génese do Brasil.

No âmbito das Comemorações dos 750 Anos do Foral Afonsino, a Autarquia promoveu vários eventos, de onde se destaca a apresentação de um livro e uma animada passagem de ano com a inauguração de um conjunto escultórico da autoria do Mestre José Rodrigues, na Praça da República.
A homenagem, que esteve integrada num conjunto de eventos que pretendem celebrar figuras que fizeram a História de Viana do Castelo, teve início na passada terça-feira com a abertura de uma exposição no renovado Museu do Traje. “Caramuru – O Vianense criador da Brasilidade” apresenta a História e a Lenda de Diogo Álvares Correia, homem de Viana que marcou a História do Brasil.

Caramuru, recorde-se, foi um destemido navegador que naufragou na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país. Quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que estes lhe atribuíram poderes divinos. Casou depois com a filha do chefe da tribo Tupinambá, Paraguaçu, tendo tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz.

Esta é a história contada na exposição, que se encontra dividida nas várias facetas do herói: aventureiro a bordo do barco que o levou ao Brasil, arrojado disparando o tiro que fez com que os índios o respeitassem e empreendedor, a receber uma carta de D. João III que reconhece o seu papel entre os índios, assumindo os seus valores culturais e casando com Paraguaçu.

No mesmo dia, foi apresentada a edição crítica da autoria de Amadeu Torres “Caramuru Poema Épico do Descobrimento da Bahia” de José de Santa Rita Durão, naquele que é considerado “Os Lusíadas” da história do Brasil, tendo o autor e a obra sido apresentados pelo historiador Alberto Abreu.

Amadeu Torres, vianense da freguesia de Vila de Punhe, é doutor em Filologia Clássica e Professor Catedrático da Universidade Católica e da Universidade do Minho e também cidadão de mérito de Viana do Castelo, e compôs uma edição crítica que, segundo ele, retrata “o descobrimento da Baia, feito quase no meio do século XVI por Diogo Álvares Correia, nobre vianês, compreendendo em vários episódios a história do Brasil, os ritos, as tradições, milícias dos seus indígenas, como também a natural e política das colónias”.

Na última noite do ano, na Praça da República, centenas de pessoas deram as boas vindas ao novo ano com uma contagem decrescente acompanhada do descerrar de um novo conjunto escultórico da autoria do Mestre José Rodrigues. O escultor, acompanhado do Presidente da Câmara e do Prof. Amadeu Torres, inaugurou assim uma estátua representando o vianense Caramuru e a sua mulher Paraguaçú. A intenção da Autarquia nas Comemorações dos 750 Anos é, segundo o Presidente Defensor Moura, dar a conhecer a História de Viana do Castelo e os personagens que a fizeram grande.

A noite integrou também um espectáculo musical e fogo-de-artifício lançado do monte de Santa Luzia para que todos os vianenses pudessem celebrar o novo ano com um espectáculo pirotécnico.

Fonte: http://www.falcaodominho.pt/jornal/fm_news.php?nid=5024


2009 Jan 04
Domingo, 4 de Janeiro de 2009

NOTÍCIAS.rtp.pt
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VÍDEO ________
Clique e veja o VÍDEO

Fonte: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=380702&tema=32


2009 Jan 01
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Viana do Castelo - Inauguração da escultura do Caramuru

A Câmara Municipal de Viana do Castelo, homenageou, na passagem de ano, Caramuru, figura épica vianense intimamente ligada à História da fundação do Brasil, com a inauguração da escultura do Caramuru da autoria do Mestre José Rodrigues, na Praça da República.
Caramuru, ou Diogo Alvares Correia, natural de Viana do Castelo, foi um destemido navegador que naufragou na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país. Quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que estes lhe atribuíram poderes divinos. Casou depois com a filha do chefe da tribo Tupinambá, Paraguaçu, tendo depois tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz

Fonte: http://olharvianadocastelo.blogspot.com/


2009 Jan 01
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

HOMENAGEM AO NAVAGADOR VIANENSE CARAMURU
A homenagem, que está integrada num conjunto de eventos que pretendem celebrar figuras que fizeram a História de Viana do Castelo, teve inicio na passada terça-feira com a abertura de uma exposição no Museu do Traje."Caramuru Vianense criador da Brasilidade" apresenta a História e a Lenda de Diogo Álves Correia, homem de Viana que marcou a História do Brasil.

Caramuru, recorde-se , foi um destemido navegador que naufragou na Bahia deTodos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país. Quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que este lhes atribuíram poderes divinos. Casou depois com a filha do chefe da tribo.tupinambá, Paraguaçu, tendo tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz.

Esta é a história contada na exposição, que se encontra dividida nas várias facetas do herói: aventureiro a bordo do barco que o levou ao Brasil, arrojado disparando o tiro que fez com que os índios o respeitassem e empreendedor, a receber uma carta de D. João lll que reconhece o seu papel entre os índios, assumindo os seus valores culturais e casando com Paraguaçú.

Fonte: :http://www.jornalovianense.com/noticia.asp?idEdicao=104&id=3841&idSeccao=943&Action=noticia

2009 Jan 01
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

AINDA O CARAMURU

Na passagem do ano foi inaugurada a estátua na Praça da República, homenageando esse grande vianense, desconhecido da maioria dos vianenses, de seu nome Diogo Álvares Correia a quem os índios tupinambás apelidaram de CARAMURU.

Sendo considerado (e bem) por figuras de relevo do campo da investigação histórica, como o maior vianense, naturalmente que o local mais apropriado para o homenagear teria de ser na praça mais importante da cidade , a Praça da República.
Já hoje ouvi a vários vianenses criticar o local, como também o retirar à praça a magnitude que possuía, roubando-lhe espaço e ambiente para a realização de eventos.

Não sou da mesma opinião, parece-me que se preencheu um espaço que faltava, a praça ficou mais composta, mais atractiva, há algo para ver, para visitar que chama à atenção, e, como tal ,vai contribuir para que os visitantes fiquem a saber um pouco da história de Viana.
Por acaso Pero do Campo Tourinho no local onde esteve e onde está colocada a sua estátua, alguém repara nele? Já para não falar desse grande vianense a quem se devem importantes melhoramentos em Viana, e não só, Manuel Afonso Espregueira, escondido no jardim marginal, sem qualquer referência que o identifique.

Está de parabéns a edilidade por ter deliberado colocar a estátua do Caramuru na maior e melhor praça de Viana, como tão bem decidiu honrar Frei Bartolomeu dos Mártires no Largo de São Domingos. Mestre José Rodrigues, o autor, merece elogios pela forma como conseguiu interpretar a história deste vianense e moldar uma tão notável obra de arte que mostra ao público quem foi o CARAMURU.

Fonte: http://maolmar.blogs.sapo.pt/23397.html


2009 Jan 01
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Passagem de Ano 2008/2009|Viana do Castelo

FOTOS: Carlos Rocha, Viana do Castelo, MSN: carlos_eze85@hotmail.com, FREELANCER PHOTOGRAF
A foto superior esquerda foi utilizada na abertura deste site oficial da Casa da Torre, sem finaliade lucrativa, devidamnte autorizada pelo fotógrafo, a quem reitramos os agradecimentos e os cumprimentos pelo excelente trabalho profissional, de altíssima qualidade técnica e artística, que vem divulgando o patrimônio histórico e cultural,, com imagens de alta resolução.
A passagem de ano em Viana ficou marcada pela instalação do conjunto escultórico criado por José Rodrigues em homenagem ao navegador Caramuru. O monumento altera a Praça da República, "sala de visitas" da cidade.

Na manhã do primeiro dia do ano novo, a praça principal de Viana do Castelo acordou diferente. Um conjunto escultórico fundido a bronze com cinco metros de altura e três metros de largura, dedicado a Caramuru (um navegador português que passou a vida entre os índios do Brasil e se tornou no primeiro europeu a viver naquele país, iniciando o processo de miscigenação da colonização portuguesa na América) tem estado a ser instalado ao longo dos últimos dias na zona junto ao Museu do Traje (antigo Banco de Portugal).

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos tupinambá. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira. Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte:http://alternativefoto.blogspot.com/2009/01/passagem-de-ano-20082009viana-do.html


2009 Jan 01
Museu do Traje


"Caramuru: o vianense criador da Brasilidade" no Museu do Traje
Written by Ivone Marques
Jan 01, 2009 at 12:00 AM


Na sequência das comemorações dos 750 anos do Foral Afonsino, o Museu do Traje mostra uma exposição intitulada “Caramuru – o vianense criador da Brasilidade”, e que vai manter-se patente até 31 de Março. De acordo com o autarca vianense, Defensor Moura, esta exposição pretende demonstrar a importância que Caramuru teve no processo de colonização do Brasil.

Caramuru, ou Diogo Alvares Correia, natural de Viana do Castelo, foi um destemido navegador que naufragou na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país. Quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que estes lhe atribuíram poderes divinos. Casou depois com a filha do chefe da tribo Tupinambá, Paraguaçu, tendo depois tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz.

Last Updated ( Dec 31, 2008 at 03:54 PM )

Fonte: http:http://www.radiogeice.com/site_radio/index.php?option=com_content&task=view&id=6532&Itemid=42


2009 Jan 01

Viana: Caramuru é a "estrela" da festa de passagem de ano
Written by Ivone Marques
Dec 31, 2008 at 12:00 AM


A Câmara Municipal de Viana do Castelo, no âmbito das Comemorações dos 750 Anos do Foral Afonsino, vai homenagear, na viragem do ano, Caramuru, figura épica vianense intimamente ligada à História da fundação do Brasil. Para tal, está a promover um conjunto de iniciativas que culminam com uma original passagem de ano na Praça da República. Assim, para esta noite, a partir das 22h30, está agendado um espectáculo musical com o conjunto Arco Iris, numa tenda erguida para o efeito na Praça da República. A entrada é livre e integra ainda a inauguração da escultura do Caramuru da autoria do Mestre José Rodrigues na Praça da República à meia-noite, seguida de um espectáculo de pirotecnia, tal como revelou à Geice o autarca vianense, Defensor Moura, que explicou também o porquê da escolha de Caramuru como tema central desta passagem de ano.

Caramuru, ou Diogo Alvares Correia, natural de Viana do Castelo, foi um destemido navegador que naufragou na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país. Quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que estes lhe atribuíram poderes divinos. Casou depois com a filha do chefe da tribo Tupinambá, Paraguaçu, tendo depois tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz.

Last Updated ( Dec 31, 2008 at 03:54 PM )

Fonte: http:http://www.radiogeice.com/site_radio/index.php?option=com_content&task=view&id=6532&Itemid=42


2008 Dez 31

Escultura com cinco metros na Praça da República

Conjunto criado pelo mestre JoséRodrigues homenageia o navegador vianense Caramuru
2008-12-31
ANA PEIXOTO FERNANDES

A passagem de ano em Viana fica marcada pela instalação do conjunto escultórico criado por José Rodrigues para homenagear o navegador Caramuru. O monumento altera a Praça da República, "sala de visitas" da cidade.

Na manhã do primeiro dia do ano novo, a praça principal de Viana do Castelo acordará diferente. Um conjunto escultórico fundido a bronze com cinco metros de altura e três metros de largura, dedicado a Caramuru (um navegador português que passou a vida entre os índios do Brasil e se tornou no primeiro europeu a viver naquele país, iniciando o processo de miscigenação da colonização portuguesa na América) tem estado a ser instalado ao longo dos últimos dias na zona junto ao Museu do Traje (antigo Banco de Portugal).

A obra de arte foi encomendada pela Câmara de Viana ao mestre José Rodrigues, autor também do monumento ao 25 de Abril erigido junto ao rio Lima naquela que é hoje a nova Praça da Liberdade da cidade. A escultura em torno da qual decorrerá a festa de "reveillon" de Viana do Castelo, é composta por duas figuras, Caramuru e Paraguaçu, e custou 180 mil euros, conforme o aprovado pelo executivo camarário.

A antecipar o acto inaugural da escultura, que acontecerá após a contagem decrescente para a passagem de ano e será seguido de um espectáculo de pirotecnia, a autarquia abriu, ontem, ao público no Museu do Traje uma exposição intitulada "Caramuru - o vianense criador da Brasilidade".

Ainda no mesmo âmbito, foi realizada uma apresentação da publicação "Caramuru - Poema Épico do Descobrimento da Bahia" da autoria de Amadeu Torres. O livro, uma edição crítica do poema épico de Frei José de Santa Rita Durão publicado no Brasil em 1781, foi apresentado na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal pelo historiador local Alberto Abreu.

Todas estas acções foram programadas no contexto das comemorações dos 750 Anos do Foral Afonsino, que, entre outras homenagens a figuras históricas como Frei Bartolomeu dos Mártires ou Amália Rodrigues, contemplaram também esta a Caramuru. A Câmara de Viana, presidida por Defensor Moura (PS), descreve-o como uma "figura épica vianense intimamente ligada à História da fundação do Brasil".

"Caramuru, ou Diogo Alvares Correia, natural de Viana do Castelo, foi um destemido navegador que naufragou na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, em 1508, e que está intimamente ligado à história daquele país", lê-se na informação da Câmara, destacando que "quando, a seguir ao naufrágio, usou a sua arma de fogo e matou um pássaro, surpreendeu de tal modo os índios que estes lhe atribuíram poderes divinos". "Casou depois com a filha do chefe da tribo Tupinambá, tendo depois tido grande influência quer na miscigenação que caracteriza a nação brasileira quer no acolhimento dos portugueses em terras de Vera Cruz", sublinha a autarquia.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viana%20do%20Castelo&Concelho=
Viana%20do%20Castelo&Option=Interior&content_id=1065130


2008 Dec 26
UM BLOG DE INFORMAÇÃO SOBRE HUMOR E CARICATURA. CARTOON'S NEWS


Friday, December 26, 2008
Caramuru - o vianense criador da brasilidade
O Museu do Traje
vai inaugurar a exposição
Caramuru,o vianense criador da brasilidade
no dia 30, 3ª feira, às 17 horas.
Caramuru foi um aventureiro-herói vianense do início do século XVI, pioneiro
no encontro das culturas europeia e brasileira.
Contamos com a sua presença!
Esta exposição acompanha a
inauguração da estátua do escultor José Rodrigues

Fonte: http://humorgrafe.blogspot.com/2008/12/caramuru-o-vianense-criador-da.html


2007 Dez 08

FESTAFIFE: Termina sábado com espectáculo especial "0.07 Maravilhas de Viana"
Written by Paulo Julião
Dec 08, 2007 at 12:00 AM


Quase a terminar o Primeiro Festival Internacional de Marionetas e Cinema de Animação, o balanço é positivo. “Ao longo destes 7 dias a sala do Casino Afifense tem estado lotada”, assegurou a organização. O FESTAFIFE termina sábado e guarda o último dia para apresentar um “espectáculo único, intitulado “0.07 Maravilhas de Viana”, uma peça que vai homenagear o teatro amador de Viana do Castelo e no intervalo “nasce a marioneta do Caramuru”, como conta à Geice Sabath Passos da organização.

A marioneta do Caramuru, uma personagem importante para a cidade, trata-se de um vianense que há 500 anos foi pioneiro na implementação da cultura portuguesa no Brasil. O FESTAFIFE junta duas áreas, a do o cinema de animação e o teatro de marionetas. Hoje poderá assistir “às aventuras no caminho”, levado a palco por uma companhia de Santiago de Compostela, às 21.45h, no Casino Afifense.

Last Updated ( Dec 07, 2007 at 0921 AM )

Fonte: http:http://www.radiogeice.com/site_radio/index.php?option=com_content&task=view&id=6532&Itemid=42




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Christovão de Avila
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