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PARAGUAÇU 500 ANOS
Eventos no Brasil - Bahia e Rio de Janeiro

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MISSA na


Largo da Graça, Salvador,
Bahia - Brasil

Igreja e Mosteiro de
Nossa Senhora da Graça

2012 Mar 31


 

Diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Ubiratan Castro de Araújo, representando o Governador da Bahia Jaques Wagner

Presidente da Fundação Gregório de Mattos, Sra. Isa Maria de Souza Silva, representando o Prefeito de Salvador João Henrique

Dom Emanuel d'Able do Amaral OSB com Flávio e Hortência de Paula e integrantes da Campanha Graça Solidária, na Sacristia, com as Sras. Olívia Barradas, tia do Prefeito João Henriques Barradas e Maria Cecília Pires e Albuquerque.
Flávio e Hortência de Paula, Olívia Barradas, Vereador Pedro Godinho e Maria Cecília Pires e Albuquerque.
.Henrique Abreu Barão de Santa Helena, Christovão de Avila, Dom Emanuel d'Able do Amaral OSB, jornalista Tasso Franco, Flávio de Paula e Vereador Pedro Godinho.
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NOTÍCIAS no Brasil



31/03/2012 - 13:26
500 ANOS DE CATARINA PARAGUAÇU
E OS SEGREDOS DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO


Foto: BJÁ

Arquiabade dom Emanuel fez revelação na missa dos 500 anos de Catarina Paraguaçu.

O arquiabade do Mosteiro de São Bento, dom Emanuel d'Able do Amaral, anunciou neste sábado durante missa comemorativa pelos 500 anos de nascimento de Catarina Paraguaçu, no mosterinho da Graça, que um grupo de pesquisadores do São Bento e da Casa da Torre estão analisando textos inéditos sobre a mãe do Brasil, e que nunca foram lidos pela historiografia nacional. "O livro do tombo do Mosteiro vai revelar algo que ainda não se conhece sobre a história do Brasil", frisou.

A tupinambá Catarina Paraguaçu foi herdeira da sesmaria doada pela Corte de Portugal ao casal Diogo Álvares (Caramuru) e Catarina passada por doação a Ordem de São Bento, a qual chegou a Bahia em 1582, 33 anos após Tomé de Souza, e sete anos do seu falecimento. O casal é responsável pela construção da primeira ermida a Maria na América Portuguesa (atual igreja da Graça), isso por volta de 1530, bairro onde residiram até seus falecimentos, Caramuru, em 1557, sepultado na catedral jesuita; e Catarina, em 26 de janeiro de 1589, sepultada na igreja da Graça.

Em sua homilia, o arquiabade ressaltou quatro missões, hoje, para dar continuidade a obra de evangelização iniciada por Catarina Paraguaçu, após sua visão e achado de uma imagem de Maria e construção da ermida. A primeira delas destacou a dimensão espiritual do santuário mariano com a forte presença da mãe de Deus na América Portuguesa, na Bahia, um legado que os beneditinos cultuam com todo ardor.

Entende que essa parte espiritual está associada ao dever com o acervo artístico que precisa e vai ser restaurado, projeto que já foi aprovado pelo IPHAN e busca recursos para sua execução. "Temos que preservar a parte histórica e continuar cultuando a espiritual", frisou.

A segunda missão, segundo o arquiabade, "é cuidar das pessoas" num trabalho de solidariedade sobretudo com aqueles que mais precisam, o que classifica de "graça solidária". A terceira missão é manter a ermida ou mosteirinho da Graça em pleno funcionamento e, para isso, o MSB vai designar psicologos para atuarem no campo da psicopedagogia, com apoio da Associação dos Moradores. E, por fim a quarta missão, revelar o que está escrito nos livros de tombo do Mosteiro sobre Catarina, sua origem, sua jornada em vida na Bahia, o que poderá ser muito revelador para a história do Brasil.

MÃE DO BRASIL

À missa, com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Godinho, do presidente do Centro Cultural e de Pesquisas da Casa da Torre, Christovão de Ávila, do presidente da Fundação Pedro Calmon, Ubiratan Castro, do presidente da Associação dos Moradores da Graça, Flávio de Paula, fiéis e outras autoridades, teve um enorme congraçamento e, no seu final, distribuição de livros de Tasso Franco sobre a vida de Catarina Paraguaçu.

O arquiabade Dom Emanuel agradeceu o dom da vida pelos 500 anos da obra evangelizadora de Catrina Paraguaçu e destacou o papel da tupinambá como a primeira liderança mulher do Brasil. "Catarina é a ação da presença de Deus na América Portuguesa e neste país", frisou.

Lembrou o arquiabade que, hoje, também comemora-se Cascais, Portugal, os 650 anos da Igreja de Nossa Senhora da Graça naquela localidade.

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[ In: <
http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=46502 > ]

 

 

31/03/2012 - 18:26
500 ANOS DE CATARINA PARAGUAÇU
E OS SEGREDOS DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO


Foto: BJÁ

Christovão de Ávila, diretor do Centro Cultural da Casa da Torre e dom Emanuel, do MSB, hoje 1.

Os 500 anos de nascimento de Catarina Paraguaçu, a mãe do Brasil, foram comemorados neste sábado com uma missa na Igreja da Graça, em Salvador. A data foi lançada pelos historiadores do Centro Cultural da Casa da Torre por estimativa. O que se tem de documentação primária é a data de batismo da tupinambá em Saint Malo, na França, quando foi levada pelo navegador Jaques Cartier, descobridor do Canadá francês, para se casar com Diogo Álvares, o Caramuru, 30 julho de 1528.

2. Como era jovem naquela época, estima-se com 16 anos de idade, teria, portanto, nascido em 1512. É uma data imprecisa, pois, sendo Catarina, no original a tupinambá Quayadin, os nativos não tinham registros oficiais de nascimentos de seus filhos e não seguiam muito menos o calendário romano. O Mosteiro de São Bento que é o guardião de Catarina e seus bens, inclusive herdeiro da sesmaria da Graça e adjacências, admitiu a data e comemorou.

3. Mas, há uma novidade importante para a história do Brasil nesse processo: o arquiabade dom Emanuel D'Able do Amaral, do Mosteiro de São Bento, o mais velho da América Portuguesa, datado de 1582, vai abrir livros de tombo da época da morte de Catarina, 1589. Inclusive o documento que ela passa a sesmaria para a Ordem de São Bento e outros.

4. Como os monges registravam tudo e Catarina viveu 7 anos entre a chegada dos beneditinos (1582) até sua morte (1589), já adulta, velha para os padrões atuais, já estava aculturada e sabia ler e escrever, é provável -admite o arquiabade - que pode ter registros importantes para a história. Evidente que não vai mudar a história do Brasil em sua essência, até porque os descendentes da familia Catarina/Diogo estão bem documentados e estudados.

5. Mas, a história é sempre surpreende e pode ter novidades. Uma delas, por exemplo, pode decifrar o enigma do porque de Catarina ter abraçado a Ordem Beneditina em detrimento da Ordem Jesuítica. Diogo Álvares, o Caramuru, era vinculado aos jesuitas e morreu em 1557 sem conhecer os beneditinos, os quais só chegaram a Salvador em 1582. Quando de sua morte já existia o Colégio dos Jesuitas e igreja, na área da atual trecho da Praça da Sé e Catedral Basílica, onde está sepultado.

6. A tendência, portanto, já que Catarina era casada com Caramuru desde 1528 e este abandonou o comcumbinato, uma das invocações que o católico Jaques Cartier o fez, era de que, Catarina, seguisse os jesuitas após a morte do marido. A ermida da Graça data de 1530. É um templo mariano, dedicada a Maria, mãe de Jesus, e a invocação à fé mariana se deu quando Catarina teve uma visão da santa depois que voltou da Europa, em 1529.

7. O que teria levado, portanto, Catarina a se aproximar dos beneditinos e doar a sesmaria a esta Ordem? São sete anos de história (1582/1589) que o Mosteiro de São Bento vai revelar. Uma comissão de estudiosos do Centro Cultural da Casa da Torre e do Mosteiro já está debruçada sobre os textos. O arquiabade ainda não adianta o que tem por lá. Mas, que vem novidades, isso ninguém tenha dúvidas.

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[ In: < http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=46511
> ]

 

 

2012 Mar 31

 

 

Fonte: http://www.noticiasdabahia.com.br/colunaconteudo.php?idprog=1f4477bad7af3616c1f933a02bfabe4e&cod=927

 

 

2012 Mar 31

 

 

Fonte: http://www.noticiasdabahia.com.br/colunaconteudo.php?idprog=1f4477bad7af3616c1f933a02bfabe4e&cod=927

 

31/03/2012 - 09:04

Foto: BJÁ

Salvador: 463 anos de cidade, 476 da Vila Velha, 500 anos de Catarina Paraguaçu.

Salvador tem mistérios que a própria razão desconhece. Frase clássica e que se encaixa bem neste aniversário de 463 anos da cidade que se instituiu como sendo 29 de março de 1549, a chegada da esquadra de Tomé de Souza a Baía de Todos os Santos, no atual Porto da Barra. A decisão foi tomada por historiadores baianos em 1949, num Congresso realizado pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, quando se completou 400 anos da chegada de Tomé e sua tropa de elite.

Havia dúvidas se a data seria 1º de maio quando começaram os trabalhos de construção da fortaleza propriamente dia, se 13 de junho, data da procissão do corpo do Senhor e quando já se tinha arruamentos e casas de oficios, ou se deveria levar em consideração, como aconteceram com Olinda e Pernambuco, a instalação da Capitania Hereditária, em 1536, com Francisco Pereira Coutinho, quando a localidade se chamava Vila Velha do Pereira.

O mais curioso é que, antes de Pereira Coutinho, nomeado em 1534 e só chegando a Bahia em 1536, houve a Vila do Caramuru erguida pelo português Diogo Álvares, o Caramuru, que acá chegou em 1509 deixado pelos franceses para ser o ponta-de-lança, técnico em comércio exterior, para a negociação com pau de tinta, pau Brasil.

Caramuru gostou tanto que acá ficou, teve vários filhos, constituiu a primeira familia miscigenada brasileira (tupinambá+português) casou-se com Quayadin, a nativa que depois recebeu o nome oficial de Catharine du Brèzil em homenagem a esposa do navegador francês Jaques Cartier, a qual se chamava Catharine de Granches, aportuguesado para Cataraina Paraguaçu, fundou a primeira capela (hoje mosteiro da Graça) na Bahia e sua familia teve influência no Brasil colônia por longos 300 anos.

Toda essa parte de Caramuru, Catarina e do rusticão Pereira Coutinho passaram uma borracha, como se não tivesse existido e é pouquissimo estudada, e passou-se a considerar Salvador, a cidade, somente a partir de 1549 quando a Corte de Dom João III decidiu ocupar de vez as terras brasis muito assediadas por corsários de todas as bandeiras européias - ingleses, holandeses, franceses e espanhóis.

Neste sábado, na igreja da Graça, mosteiro beneditino, será celebrada uma missa pelos 500 anos de nascimento de Catarina. Os feitos de Caramuru/Catarina foram tão importantes para a Corte, depois de perdões por seus negócios com a França, que o rei lhes doou uma sesmaria, atual bairros da Graça, Chame-Chame e Jardim Apipema, dotes que foram passados quando da morte de Caramuru para os beneditinos.

Até essa história nunca foi devidamente esclarecida. Diz-se que os beneditinos forçaram a barra para ficarem com a sesmaria, salvo contudo para Caramuru chegar ao reino dos céus no leito da morte, em 1557, tese que se opôs Cataraina, mas acabou cedendo e lá se foi a semsmaria para São Bento assim que ela também expirasse em terra, o que se deu em 1589.

Na Bahia, pouco se estuda sobre esse período anterior a fundação da cidade propriamente dita, longos 40 anos, mas isso é histórico e faz parte da cultura preguiçosa baiana. Até hoje não se sabe quem colocou o nome de Salvador na capital sede do governo geral português na América.

Supõe-se, que sendo Dom João III muito católico, tinha até a alcunha de "piedoso", "Dom João III, o pio", venha daí a sagração de Salvador, do Senhor Deus, ao nome da fortaleza que se construiria na Bahia, o que teria ocorrido em reunião da Corte em Almeirin, Portugal, em 1548, quando se traçou o plano de ocupação do Brasil e se organizou o que os historiadores chamam de "Constituição Prévia do Brasil", de mais uma colônia do vasto Império Português.

Lembrar, ainda, que antes dessa ocupação européia o território de Salvador era ocupado por 5 aldeias de tupinambás, as quais, sem pouquissimas referências históricas e catequisadas pelos jesuitas receberam nomes de santos, incluindo a Monte Calvário, que ficava na altura do centro histórico, no Além Carmo.

Então, se o leitor quiser pode dizer sem errar que Salvador tem 463 anos de cidade, 476 anos de Vila do Pereira, 482 anos da ermida da Graça, 502 anos dos primórdios da Vila do Caramuru, e 4000 anos dos tupinambás


[ In: <
http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=46417 > ]

 

2012 Mar 19

 

 

 

Fonte: http://diretoriomonarquicodobrasil.blogspot.com.br/2012/03/500-anos-do-nascimento-de-catarina.html

 

 

2012 Mar 12



 

Fonte: http://pedrohenriquevozport.blogspot.com.br/2012_03_12_archive.html

 

  

 

 


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Christovão de Avila
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